fbpx

Entenda como avaliar o perfil da liderança em tempos de crise

Traços de líder podem dizer de padrões coerentes e integrados de características pessoais. A princípio, podem refletir uma gama de diferenças, que promovem a eficiência da liderança em diversas situações da empresa ou de um grupo. Um exemplo é liderança na crise.

Os traços, além das características da personalidade, procuram considerar aspectos cognitivos, habilidades sociais e motivação, sem deixar de levar em conta o contexto.

Quando se fala em comportamento, é preciso entender que esse se relaciona e varia de acordo com o contexto em que está. Sendo assim, o comportamento de liderança no ambiente de trabalho não é diferente.

Avaliando o perfil da liderança na crise

A MAPA se destaca dos testes de personalidade quando se propõe a usar a teoria interacionista, com aprovação do CFP. Ela considera o comportamento expresso uma resposta dos aspectos da personalidade individual, no contexto de trabalho. Dessa forma, é possível obter uma boa visão das dimensões ligadas às características de líderes.

Embora a avaliação de personalidade  seja um aspecto crucial para avaliar a efetividade de um líder, vale associá-la à avaliação de outros aspectos. Aspectos como a inteligência, a motivação e as habilidades sociais podem agregar informação e aumentar a sensibilidade do processo de avaliação para a identificação de bons líderes.

Em conclusão, as características do líder, como sua personalidade, gênero e experiência podem interagir. Assim, essas interações podem criar situações ou contingências que influenciam o relacionamento entre comportamento de liderança e os seus efeitos.

A influência dos aspectos comportamentais

Há evidências de que, em associação com os aspectos mais estáveis e menos maleáveis das diferenças individuais, também existem habilidades ligadas ao ato de liderar. Estas podem vir de experiência ou de treinamento. Nesse sentido, a avaliação pré e pós treinamento é uma fonte crucial de informação. Afinal, ela permite averiguar a sua eficácia, bem como os resultados ao longo do tempo.

Sem deixar de levar em conta as capacidades e os potenciais individuais que predizem eficácia da gestão, podemos também associá-los às contingências nas quais são praticados. Isso quer dizer que, embora os aspectos pessoais sejam centrais na análise da atuação do líder, outras tem a ver com o ambiente. Da mesma forma como com a relação com a equipe e à situação em que se encontra.

Quando levamos em conta os aspectos interpessoais da liderança, esses podem se distinguir entre objetivos e subjetivos. As contingências objetivas dizem respeito a aspectos como o tipo de empresa, o campo de trabalho, o nível organizacional, a composição do grupo de trabalho, entre outros.

Já as contingências subjetivas podem estar contidas na cultura e na avaliação do líder pelos demais membros da equipe. Ao agregar todas as variáveis citadas, temos um panorama de relações que podem fornecer insights e informações para sustentar e garantir a qualidade de processos de seleção. Além disso, também podemos oferecer treinamentos mais eficazes, que abrangem o máximo possível dos aspectos influenciadores.

Quer saber mais sobre liderança na crise? Então, converse com a gente!

Mariana Cabral

Compartilhe:

Leia em primeira mão

Assine nossa Newsletter

Receba nossas novidades em sua caixa de email. Não enviamos span.

Artigos Relacionados