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Quais as competências necessárias na hora de selecionar um cooperativista?

Já pensou transformar o mundo em um local  mais justo e com melhores oportunidades para todos? A princípio, esse é o objetivo do movimento social e econômico conhecido como cooperativismo. 

Mais do que um modelo de negócios, a ideologia tem como prioridade as pessoas e não o lucro. A ideia é que todos prosperem juntos, com desafios, resultados compartilhados e bem-estar. Inclusive, o movimento preza por produtividade e práticas sustentáveis, tanto no âmbito individual quanto no coletivo.

Partindo disso, qual a importância do cooperativismo para o sucesso das empresas? Como contratar perfis que se adequem ele? Quais os benefícios de uma liderança cooperativista? Entenda essas questões e saiba como o teste de personalidade MAPA pode ajudar.

O que é o cooperativismo?

Os desafios vividos nos últimos dois anos, com a chegada da Covid-19, além de servir para acelerar tendências tecnológicas, também favoreceu a criação de uma consciência comum mais solidária, humana e cooperativa.

Como dito, o cooperativismo se caracteriza como um modelo de negócios de caráter social e sem fins lucrativos. Resgatando a história, o movimento, de origem europeia, nasceu junto com a Revolução Industrial com a proposta de contribuir com o desenvolvimento econômico de determinada atividade. A sua essência está na associação de pessoas que, com esforço próprio e ajuda mútua, observando a liberdade, a justiça e a solidariedade, satisfazem suas necessidades econômicas e sociais pela constituição de uma organização.

Esse modelo tem ganhado cada vez mais força, tendo em vista que não tem como foco os benefícios próprios, mas a coletividade. O cooperativismo se alinha também à dimensão da sustentabilidade social e das práticas ESG, ou seja, a ideia é gerar renda, contribuindo para a diminuição de desigualdades e melhoria da qualidade de vida como um todo. 

Prestar atenção nas pessoas. É isso. Hoje em dia, colaboradores e consumidores não querem oferecer apoio a uma empresa que não se importa com segurança no trabalho ou com a saúde emocional. Pelo contrário, todos desejam mais autonomia e capacidade de autogestão para a qualificação do trabalho.

Nesse sentido, esquecer o lado humano é um erro que muitas organizações ainda cometem. Mas, o que elas não sabem, é que deixando de lado o fator humano, a tendência é sair perdendo. Queda de produtividade, turnover e absenteísmo são apenas alguns dos prejuízos de quem não se adequa às transformações atuais.

Pilares do cooperativismo

Em muitos casos, o cooperativismo já é visto como uma filosofia de vida. Porém, ele toma forma na rotina, quando se transforma em prática. Conheça três pilares que fazem do modelo uma realidade:

  1. Cooperação: aqui, a relação emprego-salário é substituída para trabalho-renda. Dessa forma, todos caminham juntos;
  2. Transformação: traz impactos que transcendem a realidade de cada indivíduo, focando na coletividade;
  3. Equilíbrio: busca equilibrar os benefícios econômico/social, bem como individual/coletivo e produtivo/sustentável. 

Além desses pilares, o cooperativismo, com seu jeito único de trabalhar, também conta com algumas características ou, por assim dizer, princípios. Vamos conhecê-los?

Quais são as características do cooperativismo?

Uma das grandes características do cooperativismo é a gestão compartilhada e democrática. Isso significa que ela é controlada por todos os seus membros, que participam de forma ativa das decisões e políticas criadas. Além disso, os representantes são eleitos por todo o grupo.

Adesão aberta

Outro princípio é que ele possui adesão aberta e voluntária para todos que desejem participar, desde que estejam dispostos a assumir as responsabilidades atribuídas. Vale pontuar que não existem distinções ou qualquer tipo de discriminação.

Participação econômica

Além disso, é preciso que haja a participação econômica dos membros. Estes contribuem equitativamente para o capital da empresa e alocam seus excedentes para desenvolver a cooperativa, criar reservas e apoiar as atividades.

Autonomia

Um ponto que também merece destaque é que as cooperativas têm autonomia e independência para serem controladas por seu membro. Por isso, sempre que houver acordo entre instituições, ele deve ser aceito pelos demais.

Educação e treinamento

Não menos importante: o cooperativismo se compromete com a educação e com o treinamento de seus membros. O objetivo é que eles estejam aptos a contribuir para o desenvolvimento dos negócios. Além disso, oferece informações para o público em geral sobre a natureza e vantagens do cooperativismo.

Trabalho em conjunto

Por fim, entre os princípios do cooperativismo também podemos citar o trabalho em conjunto com vistas a um bem comum e o desenvolvimento sustentável para a comunidade.

Competências para ser um cooperativista

Sabendo disso, é preciso criar competências e habilidades se deseja trabalhar com foco no cooperativismo. Quais competências as organizações cooperativistas priorizam para contratarem profissionais de gestão, além de agrupá-las segundo as exigências empregatícias? 

Competências

  • A princípio, facilidade em comunicação;
  • Boa capacidade de trabalhar em equipe;
  • Dinamismo profissional;
  • Iniciativa;
  • Criatividade;
  • Disponibilidade para viagens;
  • Experiência;
  • Inovação;
  • Vontade de aprender;
  • Habilidade de negociação;
  • Capacidade para tomar decisões;
  • Abertura para mudanças;
  • Visão sistêmica;
  • Por fim, proatividade etc.

Em resumo, vale dizer que a busca constante pelo conhecimento e por novas habilidades deve fazer parte da rotina de todos os profissionais do futuro, que almejam o cooperativismo. Mas como desenvolver essas competências nos colaboradores de uma empresa? Como contratar perfis que tenham essas características?

Conheça as soluções da MAPA 

A  princípio, a MAPA Avaliações conta com soluções que podem te ajudar. Uma delas é o teste de personalidade, que possui escala de autorrelato e pode ser aplicado em cargos de liderança, ao avaliar competências de gestão, de autogestão, relacionamento interpessoal, competências corporais e de risco; e em cargos técnicos/administrativos, levando em conta competências para atividade, competências de autogestão e relacionamento interpessoal. 

Nesse sentido, o teste de personalidade MAPA, aprovado pelo CFP, avalia um conjunto de construtos organizadores da personalidade por meio de uma estrutura de fatores testada empiricamente no Brasil. Esses fatores estão diretamente relacionados a perfis de trabalho em empresas e incluem comportamentos de segurança, produtividade, relacionamento interpessoal, regulação emocional, entre outros.

Ao todo, são 48 traços da personalidade que podem ser avaliados, trazendo uma análise que pode auxiliar na tomada de decisões dentro da empresa. Assim, é possível ter uma boa ideia de como o candidato irá se comportar em diversas situações ou se ele tem as habilidades necessárias para ocupar o cargo. 

Escalas do MAPA

O teste apresenta escalas e dimensões que podem ajudar a empresa a identificar perfis com as características listadas acima, já que ele avalia:

  • Primeiramente, o empenho em trabalhar com o propósito de transformar projetos e objetivos em realizações efetivas;
  • A relação com figuras de autoridade;
  • A disposição de atuar convergindo atenção e concentrando o esforço de busca numa determinada direção;
  • A disposição de atuar, visando eficiência através do planejamento das atividades, organização e cumprimento de rotinas;
  • A disposição de atuar visando rendimento, flexibilidade e otimização na execução de tarefas;
  • A capacidade de preservação vital e autorregulação dos afetos (emoções, sentimentos) e pensamentos do sujeito em relação a si mesmo e ao ambiente que o circunda;
  • A autorregulação dos afetos, a capacidade de controle de emoções e sentimentos que se evidencia pela ausência de indicadores de diminuição do cuidado com a vida, tais como: tensão excessiva, tendência para consumir bebidas alcóolicas e cometer excessos devido ao uso abusivo de álcool;
  • diversos modos de interagir com os demais que é exercido de maneira positiva e efetiva por meio de vínculos que facilitam a convivência e propiciam a aproximação das pessoas;
  • modos de interagir de maneira positiva e efetiva, que se evidenciam pelas atitudes de cuidado, respeito, participação, comunicação clara e facilitada;
  • Por fim, a vitalidade física que se expressa na disposição de ânimo físico e na ausência de fadiga, entre outros.

Resumo do bom cooperativismo

Como visto, no teste é possível identificar competências e características que descrevem um bom líder, por exemplo; bem como perceber comportamentos sujeitos a riscos e sinais de como anda a saúde emocional do candidato. Além disso, é possível verificar se o perfil possui características e valores que corroboram com a cultura organizacional. Dessa maneira, é possível formar um time mais engajado e alinhado com os objetivos do cooperativismo. 

Por fim, quer saber mais sobre as nossas soluções? Então, fale agora mesmo com um especialista MAPA!

Wanessa Viegas

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