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Revisão de NRs muda a rotina da segurança no trabalho

A pandemia foi um caos no mundo todo e em todas as esferas. Isso incluindo o âmbito familiar e o corporativo. Para se ter uma ideia, o número de afastamentos por transtornos em 2020 foi 26% maior do que em 2019, de acordo com pesquisas. Ainda no mesmo ano, os acidentes de trabalho graves, segundo o Ministério da Saúde, subiram 40%. O que comprometeu a segurança no trabalho.

Diante disso, o governo e as empresas se viram obrigados a agir de alguma maneira. No dia 7 de outubro de 2021, o governo federal anunciou uma nova rodada de revisões de normas regulamentadoras (NRs) de saúde e segurança no trabalho. O objetivo da decisão foi modernizar a legislação com uma melhor gestão de riscos. A ideia era promover a saúde física e emocional dos trabalhadores.

Mas, antes de saber mais sobre o que mudou, que tal entender por que é essencial investir em segurança no trabalho e na saúde emocional da sua equipe? A MAPA trabalha com soluções para ajudar as empresas a entender o perfil dos colaboradores. E, assim, serem mais certeiras nos processos de recursos humanos.

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O que são Normas Regulamentadoras (NRs)?

As NRs do Ministério do Trabalho consistem em obrigações a serem cumpridas pelos trabalhadores e pela empresa. A ideia é garantir um ambiente sadio e segurança no trabalho. Isso ao prevenir doenças e acidentes. Em outras palavras, as NRs tratam toda a atividade econômica do país, de máquinas e equipamentos à construção civil. 

São elas que abrangem os principais aspectos que impactam a atividade e regulamentam desde o uso de EPIs, procedimentos de atividades específicas, até o processo de avaliação psicossocial obrigatória.

O que mudou com a revisão das NRs para a segurança no trabalho?

Desde 2019, o governo vem mudando algumas normas de segurança no trabalho.  Mas, dessa vez, houve alterações em quatro NRs, sendo elas: 5, 17, 19 e 30. O objetivo principal é tirar da frente tudo aquilo que é burocrático, modernizando e simplificando a legislação trabalhista.

A NR5 diz respeito aos parâmetros da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (CIPA). O objetivo é simplificar, facilitar e prevenir acidentes dentro da empresa. Tudo isso com mais economia. 

Por sua vez, a NR17 foi mudada para simplificar as exigências dos aspectos de ergonomia em todos os setores  da empresa. Em outras palavras, a ideia é oferecer maior conforto e segurança. Agora, a regra é existir uma avaliação ergonômica preliminar para as situações de trabalho visando à adoção de medidas de prevenção e de adaptação das condições de trabalho pelas empresas.

A NR19 veio à tona para tratar da saúde e segurança no trabalho nas indústrias e comércio de explosivos, fogos de artifício, entre outros artefatos. Ela também visa a fazer adequações com os normativos das Forças Armadas. Com a mudança, a fabricação de explosivos será possível somente mediante certificação pelo Exército Brasileiro. Além disso, as áreas das empresas vistas perigosas deverão ser monitoradas de forma constante.

Por fim, a NR30 tem como meta simplificar os requerimentos no que diz respeito ao transporte aquaviário. Em resumo, para distinguir pequenas embarcações dos navios grandes.

Objetivo das mudanças

De acordo com o governo, as mudanças servem também para fiscalizar o trabalho de forma menos punitiva. Pelo contrário, a ideia é orientar as empresas e os funcionários quanto às novas regras. Isso porque a fiscalização é, sim, crucial, uma vez que preserva a equipe e as suas atividades. Porém, a fiscalização precisa ter o papel de acolher, aconselhar e orientar.

Em resumo, as normas conferem tratamento distinto a micro e pequenas empresas, além de separarem as empresas pelo seu efetivo grau de risco. Elas servem para reconhecer certificações internacionais e utilizam a tecnologia para permitir que empresas e funcionários foquem na melhoria da produtividade.

Agora, se as empresas não executarem as mudanças, estas poderão sofrer sanções. Isso significa que o não cumprimento causa a aplicação de penalidades previstas na legislação. Ou seja, cabe à empresa estar atenta às mudanças para não correr o risco de sofrer consequências.

Quais estratégias as empresas podem adotar para contribuir para a segurança no trabalho?

Sabendo que mais de cinco milhões de pessoas no país foram afastadas do trabalho entre 2012 e 2020, é preciso agir. As empresas podem diminuir custos ao:

  • Investir em EPIs e medidas de proteção;
  • Contratar e capacitar profissionais que se alinhem à cultura da empresa;
  • Trabalhar na saúde mental para termos pessoas ativas e saudáveis;
  • Garantir boas condições na execução das tarefas. Isso seja no home office, híbrido ou presencial;
  • Estar atento aos riscos do trabalho.

Mais do que isso, as empresas precisam entender que as boas práticas de segurança no trabalho são investimentos e não custos. Entre outras questões, quem paga menos impostos de acidentes e afastamentos preserva a economia da empresa. Nesse sentido, EPIs, contratação assertiva, capacitação de pessoal são itens de investimento. 

A empresa, com o auxílio da área de recursos humanos, pode investir em uma gestão de riscos como parte da cultura organizacional. Essas ações mantêm não apenas a saúde física, mas a saúde emocional de toda a equipe. Assim, a empresa alcança melhorias nas condições de trabalho. Além disso, reduz acidentes e contribui para o bem-estar e produção da equipe.

Como a MAPA pode ajudar quando o assunto é segurança no trabalho?

Cuidar da segurança no trabalho de forma a prevenir acidentes é um ponto de interesse para as empresas. Acidentes dentro do ambiente de trabalho podem gerar custos graves na vida da pessoa. Da mesma forma como podem trazer consequências para a empresa. Dessa forma, é preciso apostar na prevenção.

O teste psicológico MAPA identifica traços em cada um da equipe. Além disso, o MAPA leva em conta as características sem se esquecer do contexto. Com as análises, a empresa consegue entender, por exemplo, como uma pessoa se comporta em sua rotina. Da mesma forma, busca saber mais sobre as habilidades de cada um.

Além disso, a análise de competências oferece às empresas uma série de indicadores. Eles, por sua vez, são capazes de revelar comportamentos precipitados. Do mesmo modo, considera aspectos emocionais.

Em síntese,  traz várias informações sobre potenciais e pontos a desenvolver de cada um. E isso auxilia o processo de segurança no trabalho de qualquer empresa.

Por fim, somos experts em entender pessoas através de ciência e dados. Então, venha conhecer o teste que funciona como uma bateria fatorial de avaliação da personalidade, por meio de uma escala de autorrelato! 

Aproveite e saiba mais sobre como ter segurança no trabalho frente a tantas incertezas do mundo pós-Covid e no modelo home office!

Wanessa Viegas

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