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Como será a socialização pós-crise?

Nos últimos meses, o mundo adoeceu. Com isso, muitas pessoas se privaram do contato social para conter a Covid-19. Nesse sentido, a colaboração e confiança mútua podem ser bons aliados em tempos de tribulação e para a retomada das atividades. E fica a questão: como será a socialização pós-crise?

Socialização pós-crise

Ela é um processo que pode ocorrer em diversos momentos dentro das empresas. Ela objetiva socializar, acomodar pessoas e  gerenciar papéis. O cenário atual, por exemplo, demanda rápida resposta aos desafios que a pandemia promoveu. Então, é preciso oferecer meios para que a equipe se adapte aos modos de trabalho. No entanto, outros fenômenos podem surgir com o fim da Covid

A humanidade ainda será a mesma?

O presente instante indica que as relações que virão depois da pandemia serão as principais mediadoras para superar esta e prevenir outras. Para evitar a mutação de um vírus, deve-se haver cooperação mútua entre nações, instituições e pessoas. Isso pois, ao compartilhar informações seguras, disponibiliza-se ações e métodos de combate aos surtos de infecção viral.

Cuidado

Vale dizer que a projeção que se faz está em torno do cuidado com os mais próximos. A pandemia permitiu a percepção de que os fenômenos, por mais distantes que aconteçam, podem afetar a muitos no globo. Tal raciocínio aproxima os sujeitos aos contextos em que estão. Dessa forma, há certo otimismo em relação à socialização pós-crise. Afinal, espera-se que as pessoas se atentem mais aos familiares, aos amigos, aos vizinhos etc.

Colaboração

Para que a colaboração seja posta em prática, a confiança deve facilitar o apoio econômico e social entre países.  quando casos complexos de epidemias globais acontecem. Somado a isso, a assistência de saúde deve contemplar a todos. Isso pois, um único vírus mutado, na parte mais remota do planeta, pode afetar o mundo inteiro.

Quando a humanidade atravessar este período, é essencial que todos mantenham o espírito colaborativo para que outras ameaças não apareçam e ponham em xeque a vida humana. Será, então, o momento para que as empresas se unam para adquirir novos formatos de conviver

As empresas e líderes poderão potencializar as mudanças para as demandas do futuro que já começam a surgir. Ações que promovam empatia e acesso à informação serão as bases para reconstruir paradigmas sociais e culturais.

Por fim, é preciso criar valores éticos para que a crise de agora se transforme em informação segura. Com isso, é possível perceber que os processos dentro e fora das empresas poderão tender à valoração da vida e à cooperação. Tudo isso em prol do bem-estar geral.

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Diego Borelli

Estagiário de Pesquisa e Desenvolvimento

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