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Por que vale a pena levar em conta a experiência do colaborador?

Há algum tempo, grandes e pequenas viram que focar na experiência do consumidor trazia diversos benefícios. Entre eles, a fidelidade do cliente. Não demorou para que as empresas notassem que tal princípio também poderia se aplicar entre o seu corpo funcional. E, assim, passaram a se preocupar com a experiência do colaborador.

As vantagens desse novo enfoque são várias. Ele não apenas fornece maiores chances de engajamento, como promove mais qualidade de vida. Assim, uma maior satisfação do colaborador.

Se você deseja saber mais sobre esse conceito e sobre o que ele pode trazer de bom para sua empresa, continue a leitura deste post!

O conceito de experiência do colaborador

É difícil falar sobre experiência do colaborador sem abordar a geração Y. Afinal, é ela que tem impulsionado as mudanças no modo como as empresas se relacionam. Isso tanto com os seus clientes quanto com a sua equipe.

Além de já terem nascido conectadas com a internet, essas pessoas buscam por interações personalizadas e práticas; são objetivas e querem resultados rápidos. Por isso, ao não conseguir atender as suas expectativas, elas se afastam e vão embora.

Por essa razão, uma empresa que deseja satisfazer esse colaborador deve lhe ofertar um ambiente de qualidade. Tudo isso com experiências positivas, que desafiem. O conceito também visa aumentar a participação das pessoas para ampliar a vantagem no mercado.

Por que levar em conta as necessidades do colaborador

O RH é o grande responsável por fomentar as mudanças que farão com que a empresa esteja mais próxima do seu time. Esse setor detém as informações e os instrumentos para elevar o relacionamento entre empresa e colaborador a níveis superiores, de forma mais humana.

Entregar boas experiências significa aceitar que as pessoas sabem o que desejam para si próprios. Em segundo lugar, deve-se procurar entender o que cada um precisa. Por exemplo, preferências, intenções, atitudes e motivações.

Por fim, a empresa precisa investir em tecnologias que permitam que as experiências desejadas se tornem realidade. Esse investimento viabilizará o mapeamento do que precisa ser feito. Além disso, permitirá ao RH colocar um plano em ação.

Ao fazer pesquisas e sessões de feedback, aplicar questionários ou usar apps de autoatendimento, por exemplo, lança-se mão de processos e ferramentas simples para criar possibilidades de soluções. Promovendo, desse modo, a personalização em grande escala e com baixo custo.

Os benefícios de uma melhor experiência

Como apontamos no início deste post, é amplo o leque de vantagens para as empresas que decidem focar na experiência do colaborador. Isso se dá porque a linha que separa a vida profissional da vida pessoal é cada vez mais tênue.

Em outras palavras, as pessoas desejam que suas vivências bem-sucedidas fora dos portões da empresa ultrapassem os muros e cheguem também ao seu dia a dia no trabalho. Eles querem a chance de modelar suas experiências no ambiente de trabalho como o fazem fora dele.

Assim sendo, criar melhores experiências promove engajamento, retenção e produtividade. Afinal, esses profissionais se envolvem mais com a empresa e com as suas funções. Assim, o que se obtém é uma melhoria também no desempenho financeiro da empresa.

É preciso entender que a experiência do colaborador não se condiciona apenas a elementos físicos. Por exemplo, a salas de descanso e/ou de jogos, lanches etc. Esses são, sim, alguns diferenciais. Mas a oferta de opções de trabalho que levem em conta os eventos pessoais de sua vida podem ajudar, de forma mais intensa, a atingir o seu potencial máximo, gerando valor para o negócio.

Agora que você já sabe como vale a pena levar em conta a experiência do colaborador, conte-nos o que a sua empresa tem feito a esse respeito.

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Equipe MAPA

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